Candidíase no homem: fique atento à saúde íntima da sua parceira. Candidíase, que acomete 50% das mulheres, pode ser transmitida para vocês

candidíase no homem não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, porém é uma doença mais comum nas mulheres. Nelas, a candidíase se manifesta com coceira intensa, muitas vezes, na região genital, vermelhidão e inchaço na região genital, placas esbranquiçadas na vagina, corrimento esbranquiçado com grumos, semelhante a leite talhado, dor ou queimação ao urinar e desconforto ou dor durante o contato íntimo. O que muita gente imagina é que é a candidíase é algo exclusivo das mulheres. Contudo, a candidíase no homem também pode acontecer. Ou seja, as  mulheres podem transmitir essa doença aos seus parceiros.

É uma infecção fúngica causada por leveduras do gênero Candida, sendo a espécie C. albicans a mais prevalente. Esta levedura está presente naturalmente na microbiota natural da região íntima da mulher, porém, um aumento da proliferação destes organismos pode ocasionar a infecção. É uma micose tão comum que estima-se que 3 em cada 4 mulheres terão pelo menos um episódio de candidíase vaginal ao longo da vida. De acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia(1), a candidíase é um dos diagnósticos mais frequentes em ginecologia. Ao mesmo tempo, é o tipo mais comum de vaginite aguda nos países tropicais.

O artigo médico aponta que mulheres  que usam roupas íntimas justas e/ou sintéticas, bem  portadoras de doenças alérgicas, apresentam pelo menos 3 vezes mais chances de desenvolverem a infecção. Por isso, vale alertar também os homens, pois a parceira estiver colonizada com grandes populações deste fungo, durante o ato sexual uma grande quantidade dele pode ser transferida para o pênis. Isso poderá causar candidíase no homem.

candidíase no homem não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, porém é uma doença mais comum nas mulheres. Nelas, a candidíase se manifesta com coceira intensa, muitas vezes, na região genital, vermelhidão e inchaço na região genital, placas esbranquiçadas na vagina, corrimento esbranquiçado com grumos, semelhante a leite talhado, dor ou queimação ao urinar e desconforto ou dor durante o contato íntimo. O que muita gente imagina é que é a candidíase é algo exclusivo das mulheres. Contudo, a candidíase no homem também pode acontecer. Ou seja, as  mulheres podem transmitir essa doença aos seus parceiros.

É uma infecção fúngica causada por leveduras do gênero Candida, sendo a espécie C. albicans a mais prevalente. Esta levedura está presente naturalmente na microbiota natural da região íntima da mulher, porém, um aumento da proliferação destes organismos pode ocasionar a infecção. É uma micose tão comum que estima-se que 3 em cada 4 mulheres terão pelo menos um episódio de candidíase vaginal ao longo da vida. De acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia(1), a candidíase é um dos diagnósticos mais frequentes em ginecologia. Ao mesmo tempo, é o tipo mais comum de vaginite aguda nos países tropicais.

O artigo médico aponta que mulheres  que usam roupas íntimas justas e/ou sintéticas, bem  portadoras de doenças alérgicas, apresentam pelo menos 3 vezes mais chances de desenvolverem a infecção. Por isso, vale alertar também os homens, pois a parceira estiver colonizada com grandes populações deste fungo, durante o ato sexual uma grande quantidade dele pode ser transferida para o pênis. Isso poderá causar candidíase no homem.

CANDIDÍASE NO HOMEM: COMO SABER SE VOCÊ TEM?

candidíase no homem se manifesta como uma infecção da glande ou do prepúcio, que são chamadas, respectivamente, de balanite ou balanopostite por Candida. Os sintomas mais comuns no homem são a vermelhidão, inchaço e a dor na glande. Placas brancas, semelhantes às que ocorrem na língua na candidíase oral, também são comuns no pênis. Veja a imagem!

candidíase no homem se manifesta com lesões que causam coceira intensa. Isso, juntamente com ardência após o ato sexual, ou masturbação. Ao mesmo tempo, é comum o surgimento de pequenas bolhas, úlceras, feridas, descamação da pele. Nos homens, o tratamento pode demorar até 3 semanas. Dessa forma, normalmente é feito com antifúngicos por via oral ou tópica. Procurar um médico e fazer o tratamento correto é crucial.

Notícia PB

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